domingo, outubro 29, 2006

27ª Bienal - Ainda dá tempo

Até o dia 17 de dezembro, continua a 27ª Bienal de São Paulo no Parque Ibirapuera. A mostra traz obras com temas políticos, experiências comunitárias e discussões artísticas. O evento é um dos mais esperados pelos responsáveis da arte em geral.
A curadora geral Lisette Lagnado, e os curadores Adriano Pedrosa, Cristina Freire, José Rocha e Rosa Martinez e o convidado Jochen Voltz, estão trabalhando de forma mais ousada com seus trabalhos.


Estréia na Bienal a Quinzena de Filmes, com 39 filmes com o tema central “Como Viver Junto”.
O tema aposta em uma reflexão sobre a vida com ritmos e gêneros diferentes em um mesmo espaço. Esse foi uns dos requisitos que a curadoria da Bienal utilizou na seleção dos artistas.

Alguns deles não se limitaram apenas ao espaço da Bienal, mas sim a cidade de São Paulo: Zafo Xagoraris expôs seu trabalho em praça pública. O grego fez uma instalação acústica na Avenida Rio Branco e já Maria Tereza Hincapie, convidou milhares para uma “marcha-performance”, entre outros.

Uma das áreas mais visitadas é o espaço da brasileira Laura Lima, que trouxe vestimentas para as pessoas experimentarem. O argentino Tomas Saraceno, tem sua obra formada por três grandes bolas, onde é permitido entrar e escalar. As crianças preferem balançar nas faixas de tecido da árvore de metal do francês Didier Faustiano.

Com objetivo de aumentar as visitas do público pertencentes à classe C, a Bienal conta com o “Projeto Educativo”,dirigido por Denise Grinspum. No projeto há cursos de capacitação para professores da rede pública e particular, com intenção de preparar os alunos antes da visita. Em parceria com os Centros Educacionais Unificados (CEUS), criou-se também cinco núcleos de discussão sobre arte contemporânea.
Aproveite esta temporada para conferir as obras e artistas do mundo inteiro.

SERVIÇO: Parque do Ibirapuera – Portão 03
Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n.
Terça a sexta: das 9h às 21hsábado, domingo e feriados: das 10h às 22hEntrada Franca.


sábado, outubro 28, 2006

Punk Rock é o som
na Associação Cidadão do Mundo

Em meados dos anos 80, quando aconteceu o primeiro festival punk da história do país, surgiu o DZK. Uma banda independente de punk rock do subúrbio do ABCD paulista que tinha e tem como principio o que toda banda punk leva: o protesto. É nesse contexto que a banda lança o álbum "Fui Punk", que será trabalhado hoje, 28, na Associação Cidadão do Mundo em São Caetano.

"Fui Punk" é a quinta coletânea da banda e vêem com o título uma incógnita: eles deixaram de ser punk? "Queremos deixar no ar, pra saber se deixamos de ser punk ou não", diz a produtora Dunga. Mas logo quebra o suspense e revela: "Mas não deixamos de ser, todos com seus 40 anos e ainda Punks".

Com músicas próprias, letras na maioria simples, diretas e objetivas, eles se apresentam pela segunda vez na Associação Cidadão do Mundo e esperam fazer um show ainda melhor que o passado. E para abrir a noite, a banda Pátria Armada toca HardCore e lança seu primeiro cd "Genocídio Urbano".

Bandas: DZK e Pátria Armada
Local: Espaço Cultural Cidadão do Mundo
Entrada: R$ 5,00
Rua Rio Grande do Sul, nº 73 Centro - São Caetano do Sul


quinta-feira, outubro 26, 2006

Abra Soul volta à Associação
com mistura contagiante de ritmos



O soul é um gênero de música que nasceu do rhythm and blues e do gospel no final dos anos 50 e início dos 60 entre os negros norte-americanos. A música soul normalmente apresenta cantores individuais acompanhados por uma banda tradicionalmente composta de uma seção rítmica e de metais.

Já o black music é uma imensa árvore musical, com influências blues, funk, gospel, jazz, rap, rhytmn and blues, rock e o próprio soul. Difundido nos Estados Unidos, o ritmo chegou ao Brasil e contaminou as casas noturnas.

Os passos de outro gênero musical também fazem parte da nova moda brasileira: o samba-rock, que contagia até quem está sentado. Com uma mescla da velocidade do rock, a batida do samba e alegria do brasileiro, o ritmo toma conta de qualquer pista.

E como diz o ditado, "um é pouco, dois é bom, três é demais", o Abra Soul traz o melhor do black music ao ABC. A banda apresenta novamente o seu ritmo na próxima quinta, 26/10, na Associação Cidadão do Mundo, às 22h. O show faz parte da "Quinta 16 toneladas", evento organizado pela Associação para trazer o melhor da música ao público do ABC.

Serviço
Quinta 16 toneladas
Local: Associação Cidadão do Mundo
Dia: 26/10
Horário: A partir das 22h
Preço: R$ 5,00


Vasco Faé, Théo Werneck
e o melhor do blues

Ele já foi apelidado de “Homem-Banda” pela revista Blues´n Jazz - e não foi à toa. Gaitista, guitarrista, baterista, vocalista, compositor e, acima de tudo, amante da música e do blues. Esse é Vasco Faé, que comanda as sextas-feiras na Associação Cultural Cidadão do Mundo.

Nesta sexta-feira, dia 27, no projeto Cidadão Blues, Vasco recebe no palco um parceiro de longa data. O ator, músico, DJ e pesquisador musical Théo Werneck. Ele já comandou o som no programa H, de Luciano Huck, ganhou o VMB de Melhor Democlipe e até prêmio de melhor ator em Gramado. Também fez parte de uma banda que marcou época nos anos 80, a Luni – formada junto com Marisa Orth e Kuky Stolarsky, hoje guitarrista do Karnak. Mas nutre uma paixão em comum com Vasco: o blues.

Com grande reconhecimento no cenário blueseiro, Vasco e Théo são ícones. Já passaram por uma infinidade de casas, tocando com gente famosa e lendas do movimento. Juntos, tocarão o melhor do blues para animar a noite nesta sexta-feira.

Serviço: Associação Cultural Cidadão do Mundo
Projeto Cidadão Blues – Vasco Faé e Théo Werneck
Sexta-feira, dia 27 – A partir das 22h
Entrada: R$5


terça-feira, outubro 24, 2006

Feminismo e Feministas: Este é o Bikini Kill

Bikini Kill, banda riot grrrl punk rock, formada em Washington, em Outubro de 1990. Pode-se dizer que o movimento Riot Grrrl surgiu graças às garotas do Bikini Kill, consideradas símbolos deste movimento. As letras do Bikini Kill eram chamadas de "Revolution Girl Style Now" e ajudaram a influenciar inúmeras bandas punk femininas a partir dos anos 90. Formada por Kathleen Hanna, Tobi Vail and Kathi Wilcox no The Evergreen State College lançaram um fanzine, com o nome do grupo.

Kathleen Hanna, ex-stripper, escreveu a maioria das canções e acabou se tornando bem conhecida entre as riot grrrls. Os shows do Bikini Kill tinham um clima de confronto, os homens tinham que se afastar do palco, enquanto as mulheres eram chamadas à frente para receber os zines e as letras das músicas, enquanto a banda tocava. As meninas não estavam preocupadas em vender sua imagem, mas sim a sua mensagem, que funcionava como a própria definição do riot grrrl, uma mensagem feminista de fortalecimento e crescimento das mulheres em um cenário dominado pelos homens. Sua música pode ser classificada como punk, feminista e direcionada às jovens, transmitindo auto-respeito e união, o respeito à cada indivíduo.

Gravaram três músicas com Joan Jett, cantora de I love Rock´n Roll, e logo em seguida fizeram uma breve turnê pela Califórnia, que incluiu alguns shows com o Fugazi. Durante o restante de 1993, a banda permanece inativa, trabalhando em projetos paralelos. Em 1994 lançaram "Pussy Whipped", propriamente o primeiro álbum da banda. Depois de algum tempo o Bikini Kill não já não despertava mais o interesse da mídia.

No Japão, o Bikini Kill realizou o último show de sua história. A banda trabalhou em músicas novas no fim de 97, mas não chegou a gravá-las. Em abril de 1998 foi anunciado oficialmente o fim do Bikini Kill após uma carreira de quase 8 anos.

Todos os ex-integrantes do Bikini Kill continuam ativos na música. Billy Karren, Tobi Vail e Kathi Wilcox lançaram um CD com uma coletânea dos singles lançados pelo projeto paralelo The Frumpies que eles mantém juntamente com a baterista Molly Neuman (da banda Bratmobile). Kathleen Hanna atualmente é vocalista da banda feminista Le Tigre.


domingo, outubro 22, 2006

Viva Cultura Viva do Povo Brasileiro

Amanhã, será inaugurada no Museu Afro Brasil, em São Paulo, a exposição Viva Cultura Viva do Povo Brasileiro, com a apresentação das mostras temáticas: Território Ocupado, Um Olhar Sobre a Arte Brasileira, O Imaginário do Povo Brasileiro e Os Pontos de Cultura.

A amostra inspirada pelo programa Cultura Viva do Ministério da Cultura e pelos Pontos e Pontões de Cultura (celebrações do país, manifestações populares tradicionais e artísticas) comemora os dois anos do Museu Afro Brasil.

Resumo da amostra:

Território Ocupado: Uma nova imagem do grafite. A junção desse trabalho com a arte trazendo novas possibilidades expressivas para a imagem contemporânea.
Um Olhar Sobre a Arte Brasileira: Consagra artistas da arte brasileira do século XX e a nova geração de artistas contemporâneos.
O Imaginário do Povo Brasileiro: Autenticidade dos criadores em obras ligadas a arte popular.
Os Pontos de Cultura: Documenta o trabalho de alguns Pontos ativos e espalhados pelo país.

A exposição unifica as linguagens da arte plástica brasileira. O erudito e o popular convivem lado a lado. O caos incentiva o espectador a crias sua própria identidade, sua expectativa de sentido e emoção.
O ministro da Cultura, Gilberto Gil estará presente na solenidade de abertura, a partir da 19h.

SERVIÇO
Projeto Viva Cultura Viva do Povo Brasileiro:
De 23 de outubro á 31 de março de 2007, 19h; de terça a domingo, das 10 às 17h (com permanência até às 18h) Museu Afro Brasil - Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, Avenida Pedro Álvares Cabral s/n. Parque Ibirapuera – Portão 10, fone 5579 0593Visitação – Gratuita.


sábado, outubro 21, 2006

MacCACOS e rock inglês agitam o sábado

Fã dos Beatles, The Who e Led Zeppelin, a banda os MacCACOS é formada por quatro garotos de São Bernardo – que seguiram os passos dos ídolos até chegar a Londres. Foi quando venceram o Beatles Festival Brasil, em 2002, e tocaram no Cavern Club, na capital inglesa, onde o quarteto de Liverpool fez apresentações antológicas.

Tocando suas próprias músicas, os MacCACOS venceram três de quatro concursos em que participaram e vêm recebendo boas críticas por onde passam. Para definir o próprio som, o vocalista Reinaldo não inventa. “È rock. Rock and Roll em português, sem qualquer tipo de rótulo”. Esse rock simples e direto, mas também dançante e melódico, será a principal atração no Projeto Factory, que acontece neste sábado na Associação Cultural Cidadão do Mundo.

O nome é uma homenagem à gravadora que lançou Joy Division, New Order e Happy Mondays, bandas inglesas que até hoje influenciam as novas gerações. Na discotecagem, o DJ Tadeu coloca na pista o melhor do british pop e das guitar bands, passando pelo punk e o pós-punk, além de muitos outros gêneros que marcaram época.

A trilha sonora é o melhor da terra da rainha e dos lordes – que tanto revolucionou o cenário musical. Lar dos Beatles e dos Rolling Stones, a Inglaterra também viu nascer em suas garagens outras gerações que marcaram a história. A cena alternativa inglesa, sempre muito forte, também gerou seus mitos, com presença em muitas vertentes do rock. De Joy Division a Franz Ferdinand, o chá das cinco foi trocado por ensaios e gravações pelos rebeldes e criativos jovens ingleses, que pegavam suas guitarras para mudar o cenário musical.

Além do show dos MacCACOS e da discotecagem, o telão exibirá filmes cults e cenas de shows de bandas indies.

Serviço: Projeto Factory
Local: Associação Cidadão do Mundo
Dia: 21/09 - Sábado
Horário: A partir das 22h
Preço: R$5


quinta-feira, outubro 19, 2006

Abra Soul agita Cidadão do Mundo


A banda Abra Soul é presença garantida está noite (19), na Associação Cidadão do Mundo, que nesse mês de outubro agita as quintas-feiras com muito black e soul, na Quinta 16 Toneladas. Como ator principal, a soul music, promete ser marcante para os amantes de boa música.

Muito mais que um gênero musical, o soul é um marco na história da sociedade contemporânea. O estilo foi, em sua origem, a forma de expressão solidária dos negros, o orgulho da raça e da nação americana, que procurava o fim da segregação, encontrando a sua identidade e espiritualidade na expressão musical.

Soul é um gênero de música que nasceu do Rhythm and Blues e do Gospel, durante o final dos anos 50 entre os negros norte-americanos. De uma composição rítmica e com seções de metais, originou-se esse estilo inconfundível, com Ray Charles, James Brown e San Cooke - alguns dos principais precursores desse clamor melódico e social.

Muito além da mensagem social, o Abra Soul cujo os integrantes são: André Calixto (saxofone), Renato Fabio (vocal), Renato (bateria), Joel (trompete), Tom (teclado), Fabio (baixo) e Edigle (percussão) se apresentam no Cidadão do Mundo como uma ótima opção cultural, que fará os cidadãos do mundo viajarem para o planeta da Qualidade Musical.


Banda Abra Soul – soul, funk, samba rock
Dia 26 - às 22hEntrada R$ 5,00


quarta-feira, outubro 18, 2006

Eletrofreakgrooves

E hoje a Cidadão do Mundo tem mais novidade: BAGDA VERMOUTH. Continuando o PROJETO ETNO GROOVE com muito estilo, criatividade e, claro, bom som.

ELETROFREAKGROOVES. É assim que pode nomear a noite de hoje. A mistura de eletrônico aos sons típicos brasileiros faz destaque e traz música e ritmos bem originais.

O projeto Etno Groove transcende os limites da musicalidade. A seleção, feita a dedo, une num mesmo palco a inventiva excentricidade de bandas do cenário contemporâneo da região que, já somam e movem o circuito musical paulistano. Swingues que se mesclam a grooves e, de repente, nos remetem a timbres do oriente, a salsa que vira ska, passa pelo rap e acaba na boa vibração da variante eletrônica surgida em solos jamaicanos, a música brasileira em estágio avançado.

Horário: a partir das 22hs
Preço: R$ 5,00


segunda-feira, outubro 16, 2006

Woodstock 69: atitude e muito rock´n roll

Hoje em dia diríamos que o festival foi um protesto. Na época era puramente a maneira de expressar a paz e o amor. “Hippies” era como chamávamos os participantes de uma era rock´n roll. Longe da barbárie, na verdade condenavam quem tentava barbarizar, não havia tiroteios em escolas (e, embora lamentavelmente se morresse e se matasse no Vietnã, o atirador sofria com isso), e, no Brasil, não se queimavam índios e mendigos.

Um festival extremamente criticado por quem não entendia seu potencial. Se a era hippie ainda continuasse, a humanidade poderia ser mais feliz e solta do que é hoje em dia.

Woodstock ficará para sempre como um marco, não só na história da música popular, mas também na da juventude de todo o mundo, considerado um ano de protesto à guerra, à discriminação racial.

Ícones da música se apresentaram no festival, tais como Jimmy Hendrix, Janis Joplin, Santana, Joe Cocker.

Podemos entender ou, para aqueles que estiveram lá, reviver o Woodstock 69 com o filme Wood&Stock, que já está nos cinemas.


sábado, outubro 14, 2006

Histórias do Cinema Brasileiro

Nas décadas de 60 e 70, sofríamos com a censura e muitos dos filmes brasileiros eram interditados. Os cineastas não conseguiam exibi-los e o governo que censurava era a única fonte de renda de produção. Nesse período surgiu o cinema novo e o cinema marginal.

O cinema novo era voltado para a realidade brasileira abordando a situação social e o subdesenvolvimento do país, com produções guiadas pela famosa frase “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça”. Já o cinema marginal deixava de lado a ética para exaltar a forma tosca e debochada do país em busca de novos padrões. O Bandido da Luz Vermelha (1968), de Rogério Sganzerla, e Matou a Família e foi ao Cinema (1969), de Júlio Bressane, são os filmes-chave dessa corrente underground alinhada com o movimento contracultural “Cinema boca do lixo”.

A Boca do lixo paulistana ficava próxima às ruas da Estação da Luz, como a Vitória e a do Triunfo. Nos anos 90, o local ficou conhecido como a Cracolândia. A atriz Helena Ramos (musa dos filmes) refere-se ao lugar com “Boca dos Sonhos”: ponto de encontro onde se planejava as produções, um botecão de pratos – conhecido como “Soberano”.

A produção da Boca se expandiu com a pornochanchada dos anos 70, uma verdadeira indústria de produção cinematográfica, responsável por grande parte dos 700 filmes feitos na época, uma evolução de antigas comédias. O erotismo ficou caracterizado por filmes baratos com apelo sexual feminino. Musas como Sandra Bréa e Matilde Mastrangi eram presenças obrigatórias.

As salas de exibição da região e outras áreas da cidade e do país eram carentes de filmes eróticos, mas não foi só esse gênero que marcou os adores da época. Existiram também outros como dramas, comédias, policiais, entre outros explorados pelo Cinema da Boca. A lei de obrigatoriedade (1968), que obrigava a passar fitas brasileiras( caso contrário, as salas eram fechadas) gerou um círculo virtuoso. Na década de ouro, de 1970 a 1980, foram produzidos cerca de 90 filmes nacionais por ano - perto de 40% vinham da Boca. A Embrafime foi uma grande financiadora.
No início dos anos 80, com o fim da ditadura, a Embrafilme perdeu a força política, com isso abrindo espaço para distribuidoras internacionais que trouxeram filmes de sexo explícito, iniciando a decadência da indústria cinematográfica brasileira. As salas nos centros urbanos foram desaparecendo e viraram estacionamentos e galpões. As pessoas não compareciam mais ao cinema devido também ao preço, que aumentou . Aquilo que foi cinema popular, não tinha mais espaço para o povo.
Na Associação Cultural Cidadão do Mundo, os filmes dessa época fazem parte da programação do Cineclube Jairo Ferreira, que em breve retornará para brindar os cinéfilos com obras primas nacionais e estrangeiras.


sexta-feira, outubro 13, 2006

Escolha seu som e faça a festa

A trilha sonora da Cidadão do Mundo neste sábado será composta por boa música para todos os gostos, sem distinções. E quem monta o repertório é você. Isso mesmo. Traga seus álbuns favoritos e escolha as músicas, Você é o DJ no comando da noite.

É assim a festa “Nossa Vitrola”. Dando espaço para que cada um traga seus discos, a Cidadão do Mundo celebra seu espírito democrático e eclético de divulgação cultural. É sua chance de se divertir escutando suas músicas preferidas e ainda conhecer muitos outros sons.

Serviço – Associação Cultural Cidadão do Mundo
Rua Rio Grande do Sul, 73 - Centro – São Caetano
Horário - A partir das 22h
Entrada – R$2

Black Soul e seu jazz
animam Cidadão do Mundo


A diversidade de sons e estilos se reune novamente na Associação Cidadão do Mundo. A banda Black Soul se apresenta no espaço hoje, 12 de outubro, e traz pela primeira vez a influência do soul, com toques de JB's, a banda que acompanhava James Brown, e Maceo Parker, um dos seus principais integrantes.

"Vamos fazer um show apenas instrumental, com o black music variado", explica o integrante da banda, André.

Se você quer dançar ao som de James Brown, Maceo Parker e outras lendas, compareça na Associação Cidadão do Mundo, no dia 12 de outubro, a partir das 22h. A entrada é de R$ 5,00.



Dia12 – Banda Black Soul – soul instrumental

A partir das 22 hs – Entrada R$5,00


sexta-feira, outubro 06, 2006

Projeto Cidadão Blues ás sextas
na Associação Cidadão do Mundo


A vertente de Blues que carrega milhares de fãs volta a ativa no ABC e na Grande São Paulo. Carente de um espaço que pudesse dar abrigo ao público, a Associação Cultural Cidadão do Mundo traz o som que dá liberdade ao músico e seus ouvintes deixando de lado o mundo com seus dogmas e trazendo feitiço e pureza com o projeto Cidadão Blues.

O projeto tem como base o gaitista Vasco Faé, que foi apelidado pela revista Blues'n Jazz como "Homem-Banda", por sua diversidade. Todas as sextas-feiras de outubro o gaitista irá se apresentar com um músico convidado.

Hoje, quem acompanhará Vasco Faé é Ivan Márcio, considerado um dos grandes gaitistas da atualidade. "Uma apresentação contagiante e com solos fervorosos", diz Vasco Faé, que garante no repertório o melhor do Blues.

Local: Associação Cultural Cidadão do Mundo.
Rua: Rio Grande do Sul, 73 - Centro de São Caetano do Sul – SP
Data: Sexta-feira – 06/10
Hora: a partir das 22h
Ingresso: R$ 5,00


quinta-feira, outubro 05, 2006

Noites de Soul invadem São Caetano do Sul

A partir do mês de outubro a Associação Cultural Cidadão do Mundo traz mais uma novidade para a população jovem de São Caetano do Sul. Todas as quintas-feiras, a partir das 22h, black music, soul e samba rock tem endereço certo no Cidadão do Mundo.

Nessa quinta, a Associação conta com a presença da banda Black Soul. Uma banda com presença de palco que leva o soul para um lado mais instrumental. Noite imperdível para quem gosta de dançar ao som de James Brown, Maceo Parker.

Serviço: Associação Cultural Cidadão do Mundo

Rua Rio Grande do Sul, 73 - Centro - São Caetano do Sul

Início: 22h

Preço: R$5

Cadeiras nas ruas já guardam lugar
para a OcupAção Cultural

Os moradores de São Caetano terão uma surpresa a partir de amanhã. Andando pelas ruas da cidade, encontrarão cadeiras nas calçadas. Vazias, como que guardando um lugar no meio da cidade para alguém. Decoradas como obras de arte, devem chamar a atenção de quem passar por elas.

Quem as colocou ali, o que significam? As cadeiras são um exemplo de intervenção urbana. Um tipo de arte que atravessa a vida das pessoas em seu cotidiano para alertar, falar alguma coisa, ou mesmo para simplesmente fugir da rotina. No caso, a iniciativa é da Associação dos Artistas Plásticos de São Caetano do Sul, que pretende chamar o público para a OcupAção Cultural, que ocorre por toda a cidade no sábado – além de mostrar seu trabalho e sua existência.

“Queremos ocupar nosso espaço como artistas na cidade. Existe a necessidade do artista encontrar seu lugar”, explica Márcia, da Associação dos Artistas. Segundo Márcia, as cadeiras também pretendem aproximar a comunidade da arte na região e levá-los a uma reflexão da modernidade artística.

Após se espalharem pela cidade no sábado, as cadeiras serão expostas no Espaço Verde Chico Mendes, durante a OcupAção Cultural. Depois serão expostas em outros locais da cidade, para, definitivamente, mostrar aos sancaetanenses a arte feita por aqui.


quarta-feira, outubro 04, 2006

Projeto Etno-Groove recebe
o experimentalismo do Kaddish

Toda quarta-feira a Associação Cultural Cidadão do Mundo recebe em seu palco o Projeto Etno-Groove. Bandas da região apresentam uma nova sonoridade, em que a música étnica se mistura com o groove e influências de todos estilos musicais. O show hoje fica por conta do Kaddish. Misturando experimentalismo, improviso e sonoridades de todo o mundo, a banda apresenta seu som usando até instrumentos construídos por eles mesmos.

Pela terceira vez na Cidadão do Mundo, o Kaddish tocará, além de suas próprias músicas, versões próprias e releituras de artistas consagrados como Vinícius de Moraes, Badden Powell e o clássico maestro Villa Lobos. O guitarrista Luiz Galvão conta que conheceu a associação pelo boca-a-boca e até já assistiu outras bandas por lá, bem como também já tocou na casa com outras bandas das quais faz parte.

Serviço: Associação Cultural Cidadão do Mundo
Rua Rio Grande do Sul, 73 - Centro - São Caetano do Sul
Início: 22h
Preço: R$5


segunda-feira, outubro 02, 2006

Ocupação Cultural agita
São Caetano neste sábado

Neste sábado São Caetano do Sul será tomada. Tomada por um exército que controlará pontos estratégicos da cidade e espalhará sua ideologia nas mentes dos cidadãos. Um exército de artistas, poetas e músicos. Durante todo o dia eles ocuparão a cidade e divulgarão seus trabalhos e idéias em uma verdadeira guerrilha cultural. É a primeira OcupAção Cultural de São Caetano do Sul, que acontece a partir das 10h.

A maratona começa no Chico Mendes, passa pelas ruas da Vila São José e entra no Bosque do Povo. Os guerrilheiros seguem atirando cultura pelo IMES, no Largo da Figueira e na Praça da Bíblia. Para encerrar o dia, todos se reúnem na Associação Cultural Cidadão do Mundo, onde montarão um palco para apresentações e realizarão uma feira literária.

Em todos os lugares, atividades intensas para demarcar o território. Shows com músicas para todos os gostos, de pop rock a maracatu e escola de samba. A arte entra em cena com exposições de telas, artes plásticas, artesanato e pintura de grafite. Nos palcos, apresentações de esquetes, danças e clowns. Na rua, capoeira, malabares e oficinas musicais. Na tela, apresentação de filmes e vídeos. Para representar a literatura, feiras e intervenções poéticas.

O sábado é o dia e tem tudo para se tornar histórico. Todos grupos da cidade unidos, diferentes expressões e estilos juntos em prol da cultura e da manifestação artística. Participam da iniciativa a Associação Cidadão do Mundo e os grupos teatrais Cia da MATILDE e GRITE, com apoio da prefeitura municipal de São Caetano. A OcupAção fará das ruas da cidade um enorme palco e da população um respeitável público. Prepare sua agenda, reserve o sábado para a grande festa.

Meu Deus, vem olhar ,
vem ver de perto
uma cidade a cantar
A evolução da liberdade
até o dia clarear

(Chico Buarque – Vai passar)

AGENDA

SÁBADO - 10 HORAS
Local: CHICO MENDES
Atrações: . GRUPO DE MARACATÚ . BANDA POUCAS TRANCAS . INSTALAÇÕES DOS ARTISTAS PLÁSTICOS . EXPOSIÇÃO DE TELAS . QUIOSQUE LITERÁRIO . CLOWN . GRUPO DE DANÇA DO CLUBE TAMOYO

11 HORAS
Local: GRUPO DE MARACATÚ SAI PELAS RUAS DA VILA SÃO JOSÉ

12 HORAS
Local: BOSQUE DO POVO
Atrações: . CHEGADA DO MARACATÚ . CAPOEIRA . OFICINA DE INSTRUMENTOS . PINTURA DE GRAFITE . GRUPO DE DANÇA DOS RADIALISTAS

13 HORAS
Local: Universidade IMES
Atrações: . BANDA NEURAMA (POP ROCK) . APRESENTAÇÀO DE ESQUETES . EXPOSIÇAO DE ARTES PLÁSTICAS . BANDA DE MPB . OFICINA DE COCO, JONGO, MACULELÊ

14 HORAS Local: LARGO DA FIGUEIRA Atrações: . PERCUSSÃO DO NÚCLEO MENINO JESUS (CONFIRMAR O NOME) . PERNA DE PAU . MALABARES . EXPOSIÇÃO DE TELAS . CLOWN

16 HORAS
Local: MATILDE (FACULDADE PAULISTA DE SERVIÇO SOCIAL)
Atrações: . BANDA KARALARGÁ . TECIDO CIRCENSE . MALABARES . ESQUETES

19 HORAS (à confirmar)
Local: PRAÇA DA BÍBLIA
Atrações: . BATERIA DA ESCOLA DE SAMBA

20 HORAS
Local: Associação CIDADÃO DO MUNDO
Atrações: . FEIRA DE ARTESANATO A PARTIR DAS 15 HORAS . FEIRA LITERÁRIA A PARTIR DAS 15 HORAS . EXPOSIÇÃO ARTÍSTICA . FILMES E VÍDEOS NO TELÃO . SHOW DE BANDAS NO PALCO . INTERVENÇÕES DE POESIAS (EVANDRO E VALTER)